Novo contato do Santuário Espiritual Ramatis, de Leme

ATENÇÃO:
Novo contato do Santuário Espiritual Ramatis, de Leme:
(19) 98283-1999.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO:
De Segunda à Sexta 
Boa noite a todos!
Att, Camila.

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Realização do atendimento:

Olá, como estão? Desculpe a demora para responder sua mensagem. Meu nome é Camila. Frequento sempre que possível o Santuário Ramatís, na cidade de Leme. Para que a realização da cirurgia espiritual aconteça, é preciso que a pessoa que irá passar por cirurgia ligue no Santuário (terça, quarta, quinta ou sexta), das 8:00 as 12:00 da manhã e das 13:00 as as 17:00. Telefone: 0xx19 – 3572 -1100… O paciente é quem tem que ligar pra marcar a consulta. Por telefone, a secretária irá tirar todas as dúvidas sobre as dietas e procedimentos. As consultas são realizadas de sexta e as cirurgias, nas segundas-feiras. A pessoa operada será liberada para voltar pra casa após o encerramento, na terça a noite 😀 Se quiserem, adicionem-nos na página oficial do facebook através do link: https://www.facebook.com/santuario.ramatis

OBS: Às vezes pode acontecer de a senhora não conseguir falar de terça. Se não conseguir, tente na quarta… Como anda tendo muita procura, pode acontecer da secretária estar longe, ajudando a arrumar as coisas para o encerramento. E isso pode causar desencontros às vezes.

PARTIDA E CHEGADA: A vida em dois planos.

CIRURGIA ESPIRITUAL : A CURA VEM DE CIMA

Por Luana Villac
Editor : Lauro Henriques Jr.

Cecília Guilhereme Cardi chegou ao Santuário Espiritual Ramatís, na cidade de Leme, no interior de São Paulo, em uma cadeira de rodas. Cinco meses antes, a dona-de-casa paulista estava dentro de um elevador quando o cabo de aço se rompeu e o equipamento foi abaixo. Cecília ficou seriamente ferida e passou dez dias no hospital. Depois do acidente, sua vida nunca mais foi a mesma: dores intensas na região da coluna a impediam de se locomover normalmente. Foram meses de sofrimento e seis operações, até que uma vizinha lhe falou sobre um médium que, segundo diziam, era capaz de curar as pessoas por meio de cirurgias espirituais. Cecília resolveu tentar. “Foi a melhor decisão que já tomei”, afirma. “Três dias após a cirurgia, já não sentia dor nenhuma”. Hoje, um ano depois da intervenção do médium, ela anda normalmente e nunca mais teve problemas.

Senhor Waldemar Coelho – Vida;

Nascido em Leme, estado de São Paulo, Waldemar Coelho viveu em uma chácara com seus pais. Veio de uma família humilde. Sua mãe era extremamente católica e seu avô paterno era diácono. Sua vida foi dentro da Igreja Católica Apostólica Romana.
Entretanto, toda vez que entrava na igreja, não se sentia muito confortável; sentia dentro de si um nervoso tão grande, que precisava sair dali, porque não suportava mais ficar naquele lugar.
Na época da Segunda Guerra Mundial, fez aulas de primeira comunhão. “O padre fazia as crianças se ajoelharem por uma hora seguida, rogando a Deus para que a guerra terminasse. Ele dizia que Deus ouvia as crianças; assim, nImagemós obedecíamos.
Eu assistia os documentários da guerra na matinê, e via o cardeal Spirmann abençoando os navios de guerra e armas fraticídas, para que os ingleses matassem os alemães. Em outro documentário, eu via um arcebispo alemão abençoar os canhões e armas, para que eles tivessem êxito; e, assim, sucessivamente.
Eu era criança e não compreendia, mas ficava perplexo com tudo aquilo. Eu saía de uma igreja que pedia que nós, crianças, rezássemos para que a guerra acabasse, e, ao mesmo tempo, eu via os próprios religiosos abençoarem as armas para que um tivesse o êxito sobre o outro. Eu pensava: “Não pode ser! É impossível! Deve existir uma
outra religião!”. Eu via que era cobrado para batizar, para crismar, para casar, e, até mesmo para morrer. Então, me perguntava: “Como pode ser? Que religião é essa? Como se pode cobrar por todas essas coisas?”.
Desde criança, já tinha em mente que deveria existir uma outra religião. Naquela época, o padre era visto como Jesus: mandava na cidade e, tudo o que ele falava, todos deveriam obedecer. Eu ficava perplexo com tudo aquilo.” (COELHO, Waldemar, As Curas Maravilhosas no Santuário Espiritual Ramatís: Origem e Causas das Moléstias; A Psicotécnica Espírita nas Operações Cirúrgicas, 6ª Edição, Leme).
Anos se passaram. Waldemar Coelho já era casado e tinha filhos. Seu filho mais velho, Sérgio, nasceu com hipotonia (inflamação da aracnóide).
Foi em vários médicos, mas quem o tratou foi o doutor Jair Mourão, abnegado médico pediatra que considerou um dos melhores do Brasil. Foram feitos vários exames, onde ficou constatado que a medicina terrena não tinha condições de curá-lo.
Naquela época, Waldemar trabalhava na Nestlé, como transportador. Tinha posto de gasolina e era muito bem de vida. Como era um grande amigo do senhor Waldemar, o doutor Jair disse-lhe que iria revelar uma coisa sobre seu filho. “Mandei fazer esses exames por desencargo da consciência. Você poderá ver que seu filho não tem cura pela medicina,” disse o doutor Jair.
Ele recomendou a senhor Waldemar, que procurasse ajuda no espiritismo, pois essa seria a única maneira de salvar seu filho. Assim, ele começou sua nova jornada atrás da cura de seu filho, por meio da doutrina Espírita.
Por meio de colegas que trabalhavam com ele na Nestlé, ele conheceu um médium muito famoso, Jairo Siganha. Gostou muito dele e daí, passou a participar de seus trabalhos. Levava seu filho para São Paulo duas vezes por semana, na rua Sumidoro. Na primeira vez que o levou, Jairo olhou para o senhor Waldemar e disse: “O senhor é médium! Não quer me ajudar na corrente?”.
Waldemar aceitou o convite. Entrou na corrente às 20:00h. e, quando acordou, já era 1:00h., falando hebraico, aramaico, entre outras línguas.
Assim começou sua vida espiritual. Depois de muito estudo e dedicação, Waldemar Coelho encontrou no espiritismo, a verdade.
Trabalhou em Pirassununga em um centro de Umbanda, onde o general Rivas era o presidente. Depois, trabalhou em Santa Rita do Passa Quatro, onde ficou trabalhando durante três anos em um outro centro de Umbanda, que é, ao mesmo tempo,um centro de cura; lugar este que só faz o bem. Lá, recebia mensagens que diziam: “Vá para Leme, para a sua cidade! Abra um hospital espírita”.
Estando em uma situação financeira difícil, já quase perdendo tudo, perguntou: “Mas como? Que condições eu tenho?” E lhe responderam: “Vá! Nós garantimos!
Aquilo que vamos fazer juntos será o prenúncio da medicina, aquilo que os médicos irão fazer no amanhã”.
Dito isso, Waldemar retornou a cidade de Leme e começou a trabalhar em um outro centro. Mas ainda nada estava dando certo.
Foi quando surgiu a idéia da criação do Santuário. Compraram o terreno e através de dinheiro arrecadado por doações, ele, praticamente sozinho, somente com Deus, Jesus, Ramatis e seus guias espirituais, construiu esse Santuário maravilhoso, onde atendem pessoas doentes há mais de 50 anos. Infelizmente, Waldemar não conseguiu salvar seu filho, mas vêm ajudado milhares de pessoas por todo o mundo, levando paz, cura e ensinamentos maravilhosos. Criou dentro do Santuário, uma ala para as crianças, que leva como homenagem, o nome de seu filho desencarnado, a ala Sérgio Coelho.

 

RAMATÍS – O MESTRE DA LUZ UNIVERSAL

 

RamatíImagems, ou Swami Rama-Tys, é uma presença polêmica no mundo espírita, com obras psicografadas que abrangem inúmeros aspectos das atividades espirituais. Os textos vão desde fatos da vida de Cristo à bomba atômica e se constituem em uma leitura que revela um caminho de luz acessível a todos.

 

 Para conhecermos melhor a história de Ramatís, precisamos retroceder até o século 11, na região que viria a ser conhecida como Indochina, e que na época era dominada pelo Império Chinês. Do amor entre um hindu e uma chinesa, nasceu uma criança que iria se tornar um grande ser de luz. Tinha cabelos negros, pele cor de cobre e olhos castanho-escuros, iluminados.
Pouco se sabe de sua infância. Alguns parcos registros relatam que desde tenra idade ele possuía grande sabedoria, uma vez que já a carregava há várias encarnações. Ele iria estimular as almas a conhecer a “Verdade”.
A criança cresceu e se tornou um verdadeiro guru, ingressando em um dos muitos santuários iniciáticos da Índia. Entretanto, em encarnações anteriores, diz-se que ele já tinha sido o grande matemático e filósofo Pitágoras (cerca de 570 – 496 a.C.), bem como Filon de Alexandria (cerca de 30 a.C. – 40 d.C.), um filósofo judeu responsável pela famosa Biblioteca de Alexandria. Nesse mesmo período, ele desfrutou da companhia inesquecível do mestre Jesus Cristo. Encarnou igualmente como Koot-Humi, um dos mentores de Helena Petrovna Blavatsky (1831 – 1891), a fundadora da Sociedade Teosófica.
Em época ainda mais recuada, ele viveu na Atlântida, quando conheceu o espírito que seria conhecido como Alan Kardec, e com o qual se encontraria novamente em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés; no Egito, Ramatís era então o sacerdote Amenófis.
Ao longo de suas encarnações, Ramatís sempre teve contato com os grandes sábios de cada era. Em sua vida na Grécia Antiga, no período em que ela estava em plena ebulição cultural, segundo informam algumas psicografias, ele já tinha conhecimento da imortalidade da alma, da purificação através de sucessivas reencarnações, e seus ensinamentos buscavam mostrar as nítidas vantagens de espiritualizar a vida.
Ainda cultivava a música, a matemática e a astronomia. Nessa época, ele começou os estudos sobre o deslocamento dos astros e conclui que a Ordem Superior domina o Universo.
Em sua encarnação como Ramatís, ele se distinguiu como grande sábio, tendo feito parte da história da Índia no período da invasão dos arianos, por volta do século 4 a.C.
Diz-se ainda que ele teria participado dos acontecimentos narrados no conto épico conhecido como Ramaiana.
Nessa ocasião, realizou seus estudos iniciáticos na China. Posteriormente, fundou um pequeno templo na Índia, sendo adepto da tradição de Rama. Desencarnou jovem, pois sua missão já havia sido cumprida.
Depois disso, no Plano Superior das Inteligências Espirituais, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais conhecido como Templários das Cadeias do Amor. Trata-se de um agrupamento nas colônias invisíveis do Além, que se dedica a trabalhos ligados à corrente oriental de pensamento. O nome Ramatís (Rama – Tis), ou Swami Rama Tys, como era conhecido em sua época, é uma designação de sua hierarquia e dinastia espiritual.
Rama é o nome que se dá à própria divindade, o Criador, cuja força criadora emana para as nossas vidas quando pronunciado corretamente; é um poderoso mantra que ativa os princípios masculino e feminino contidos no Universo. A saudação se torna plena, ativando a semente divina interior, quando se pronuncia Ramaatis.

 

Ensinamentos e Mensagens

A temática ensinada e discutida nas obras de Ramatís é sempre apresentada a partir de um enfoque universalista, e também encontra paralelo nos temas abordados por André Luiz e outros espíritos do bem, em suas psicografias.

 

Descrição de Ramatís

A aparência de Ramatís, conforme geralmente é apresentada em pinturas e desenhos, deve-se às visões de vários médiuns que entram em contato com ele, recebendo suas mensagens.
Ele é apresentado como um espírito que surge envolto em uma luminosidade intensa, com uma aura amarelo-clara com nuanças douradas, circundada por traços finos em azul celeste e carmim.
Seu traje é composto por uma capa que se estende até seus pés, além de uma túnica com mangas muito longas, ajustada por um cinto largo, esverdeado e tão luminoso quanto o restante de suas vestimentas. As calças são fechadas nos tornozelos. A textura das vestes lembra a da seda, imaculada e brilhante, como se fosse feita da pétala de um maravilhoso lírio translúcido.
Os sapatos são de cetim azul esverdeado, amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos.
A cabeça é coberta por um turbante com muitas pregas, tendo no meio uma cintilante esmeralda, ornamentada por vários cordões finos de várias cores, que lhes caem sobre os ombros.
Sobre o peito, ele carrega uma corrente,formada de pequenos elos, da qual pende um triângulo de suave luminosidade, emoldurando uma delicada cruz. Sua indumentária sugere a sua posição iniciática,
mas sem deixá-la clara; parece uma mistura de culturas, desde o traje até os seus acessórios, parecem banhar-se tanto na cultura oriental quanto ocidental.
Embora possa parecer exótico, diz-se que esse tipo de vestimenta era comum aos altos sacerdotes da antiga Atlântida.
Ramatís acrescenta temas e mensagens que, geralmente, são abordados pelos chamados ocultistas, esclarecendo pontos obscuros das práticas espirituais.
Outro aspecto interessante no trabalho de Ramatís é o quanto suas revelações e profecias encontram semelhança com as de outros videntes, mencionados no livro Mensagens do Astral. O ponto central das mensagens e do trabalho de Ramatís – que é seguido por diversas casas espíritas que recebem suas indicações espirituais – é a postura universalista e não-sectária, que permite absorver os conhecimentos espirituais das mais diversas linhas, convergindo dessa forma para uma união semelhante à que se dá no plano etérico entre as fraternidades da Cruz e do Triângulo, refazendo a máxima hermética de que o macrocosmo e o microcosmo estão correlacionados e se influenciam.
Segundo relatos, numa conferência pública realizada em 1969, no Instituto de Cultura Espírita do Brasil, o médium Hercílio Maes disse que recebeu informações dos espíritos superiores referentes tanto à atuação de Emmanuel e Chico Xavier, quanto à de Ramatís e do próprio Hercílio Maes, assim como de outros integrantes de futuras equipes de trabalhos espiritualistas.
A idéia é que cada qual teria sua função e atuação específica, no sentido de constituir um amplo movimento de unificação que resultaria na implantação, no futuro, de um só rebanho para um só pastor: Jesus Cristo.

 

 

A Fraternidade da Cruz e do Triângulo.

Na dimensão espiritual, Ramatís exerce uma forte atuação junto à Fraternidade da Cruz e do Triângulo e se empenha em divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo. Paralelamente, ensina a atuar segundo a antiga tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim um intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e do Oriente.
Segundo relatos de vários espiritualistas, no final do século 19, no Oriente, houve uma fusão entre duas importantes fraternidades. Tratava-se da Fraternidade da Cruz, que divulga os ensinamentos de Jesus, e a Fraternidade do Triângulo, ligada à tradição espiritual oriental. Após essa união, as duas fraternidades – consideradas Fraternidades Brancas – consolidaram uma série de práticas e trabalhos espirituais que resultaram na formação da Fraternidade da Cruz e do Triângulo.
Seus membros usam vestes brancas com cintos e emblemas de tonalidade azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa uma corrente com um triângulo lilás luminoso, no qual se encontra uma cruz em forma de lírio, símbolo que exalta a obra de Jesus e da mística oriental.
O que os mentores informam é que todos os discípulos da Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas.
Em seu trabalho no plano espiritual, Ramatís supervisiona as tarefas ligadas aos discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração. Segundo informações de seus psicógrafos, atualmente ele participa de um colegiado no Astral de Marte. Os discípulos dessa ordem cultuam os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, assim como a sabedoria e
o trabalho espiritual de Antúlio, de Hermes, de Buda, de Confúcio e de Lao-Tsé.
Esse é um dos motivos pelos quais os seguidores de Ramatís na Terra – embora profundamente devotados ao pensamento cristão – também têm profundo respeito pela espiritualidade do Oriente.

 

 

Os Discípulos de Ramatís.

O templo que ele fundou foi erguido por seus primeiros discípulos. Nesse local, ele ministrou e aplicou todos os conhecimentos adquiridos até aquela vida. Diz-se que as pedras usadas em sua construção receberam energias especiais, fruto da evolução de cada discípulo no caminho por ele delineado. Muitos desses discípulos estão hoje encarnados em nosso mundo. Em sua última estada na esfera física, Ramatís teve setenta e dois discípulos, vindos das mais diversas linhas religiosas e espiritualistas do Egito, Índia, Grécia, China e até mesmo da Arábia; todos queriam ir além e unir-se à irmandade que Ramatís formara.
Após sua passagem, muitos deles não conseguiram se manter dentro do padrão iniciático original, e decaíram. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “Túnica Azul” (o domínio da Vontade) e atingir o último grau do ciclo iniciático em seus invólucros físicos.
Mas em seu trabalho espiritual, Ramatís teve contato com os outros discípulos e muitos, ao longo de suas vidas físicas, retornaram ao seio dos seus ensinamentos.
Existem vinte e seis adeptos que estão no Espaço Espiritual (desencarnados), cooperando nos trabalhos da “Ordem da Cruz e do Triângulo”; outros se espalharam pela Terra.
Sabe-se que dezoito reencarnaram no Brasil, seis nas Américas, e outros, na Europa e Ásia.
Dos dezoito que reencarnaram no Brasil, um deles, Atanagildo, já desencarnou e encarnou novamente, no estado de São Paulo. Outro desencarnado, o professor Hercílio Maes, é considerado um dos que mais contribuiu para a obra de Ramatís no Brasil, tendo publicado vários livros psicografados com mensagens do seu mestre. Outros são: Demétrius, chefe espiritual do GEID (Grupo Espírita Irmão Demétrius); e o dr. Atmos (hindu, guia espiritual e diretor-geral de todos os grupos ligados à Fraternidade da Cruz e do Triângulo), chefe espiritual da Sociedade Espírita Ramatís.
Os discípulos de Ramatís usam os conhecimentos adquiridos para ultrapassar as experiências físicas e sensoriais limitadas pela matéria, respeitando todas as linhas espirituais e compreendendo a necessidade que os homens têm de buscar a Verdade. Essa busca, segundo explicam, ativa o exercício de vôos mais amplos, que acabam por desvendar a verdade crística do mundo.
Diz-se que a Europa se encontra no final de sua grande missão civilizadora e, devido a esse desenlace cármico e espiritual, muitos dos discípulos reencarnados naquelas terras emigrarão para o Brasil. Segundo Ramatís, aqui reencarnarão os que vão anteceder a generosa humanidade do terceiro milênio.
O médium Hercílio Maes, embora fosse reservado quanto a esse assunto, escreveu extensa obra psicografada de Ramatís e, segundo conversas íntimas com pessoas próximas a ele, relatou que teria sido “adotado” por Ramatís quando de sua primeira encarnação expiatória, no Egito, no reinado de Akenaton (Amenófis IV, cerca de 1370 – 1352 a.C.), na qual exercia a modesta profissão de aguadeiro.
Em determinada ocasião, respingou água nas sandálias de uma dama da corte e, num julgamento sumário, foi condenado à morte. Ramatís intercedeu e o faraó ofertou-o a Ramatís.
Colaborando com esse relato, em 2002, durante a revisão do livro Akhenaton, obra histórica psicografada pelo médium Roger Bottini Paranhos, constatou-se que Ramatís aparece ali como o sumo sacerdote do faraó, com o nome de Meri-Rá.